A Madrasta: tudo o que você não sabia sobre o remake do clássico

Cadu Safner
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Aracely Arámbula em cena de A Madrasta (Reprodução: Televisa)
Aracely Arámbula em cena de A Madrasta (Reprodução: Televisa)

Trama de suspense que virou um clássico da rede mexicana Televisa em 2005, A Madrasta está de volta em uma releitura modernizada, e desta vez protagonizda por Aracely Arámbula, uma das mais importantes atrizes de seu país.

Produção a cargo de Carmem Armendariz (série A Usurpadora, María Félix: La Doña), o reboot estreará no dia 15 de agosto como substituta de Mujer de Nadie na faixa das 21h30.

Inicialmente, a nova A Madrasta foi idealizada como série de 25 episódios por Patricio Wills (Presidente de Entrenimento da Televisa), como parte do projeto Fábrica de Sonhos, que visa reviver sucessos do passado em um novo formato.

Remake de A Madrasta é série ou novela?

Contudo, diferente de Cuna de Lobos (2019), A Usurpadora (2019) e Rubi (2020), A Madrasta será mais próxima do formato novela, bem como Os Ricos Também Choram, com um total de 45 capítulos.

Aracely Arámbula divirá cena com Andrés Palácios (protagonista), Marisol del Omo, Juan Martín Jauregui, Juan Carlos Barreto. Já Gabriel Soto fará uma pequena participação especial. As atrizes Martha Julia e Cecilia Gabriela, que inclusive atuaram juntas na versão de sucesso de 2005 assinada por Salvador Mejía como produtor, também voltam.

Atriz repetirá personagem

Na trama original seus respectivos personagens tinham vínculo familiar de tia e sobrinha e agora também terão. No caso de Martha Julia, trata-se de uma nova personagem, já Cecilia Gabriela interpretará a mesma personagem, Daniela, só que em uma outra esféra dramática e nome diferente. Agora ela é Emilia e iniciará a história grávida.

Outras versões

A história de A Madrasta foi criada pelo chileno Arturo Moya Grau e produzida pela primeira vez em 1981 com a adaptação de Liliana Abud para o Canal 13. Esta versão foi estrelada por Jael Unger e Walter Kliche.

Em 1985 ela ganhou uma versão na Televisa chamada Vivir un poco, e protagonizada por Angélica Aragón e Rogelio Guerra.

Em 1996 existiu uma nova versão chilena chamada Para toda la vida, do canal Megavisión e protagonizada por Ofelia Medina e Ezequiel Lavandero. No mesmo ano, a Fox Television produziu a mesma história em co-produção com a Televisa, com o nome de Forever, protagonizada por Maria Mayenzet e James Richer.

¿Quién mató a Patrícia Soler? foi a versão colombiana de A Madrasta, produzida pela RTI Televisión e protagonizada por Itatí Cantoral e Miguel de Miguel.

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Cadu Safner

Cadu Safner

Jornalista e editor-chefe do site Estrela Latina (Metrópoles), repórter com passagens na RedeTV!, Band, AllTV e no portal Terra. Desempenhou funções em editoriais de moda, política, policial e também assina a coluna Holofote, no site Observatório da TV (UOL).

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