CEO do Blim confirma intenção de levar streaming da Televisa ao Brasil

Felipe Brandão
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Logo do Blim (Divulgação/Televisa)
Logo do Blim (Divulgação/Televisa)

O maior sonho dos fãs brasileiros de novelas mexicanas pode estar prestes a se tornar realidade. Em entrevista ao portal Todo TV News, o CEO do Blim, Luis Arvizu, confirmou o desejo de levar o serviço de streaming do grupo Televisa também para o Brasil – um dos poucos locais da América Latina onde ele ainda não está disponível.

“Estamos presentes em 18 países e inclusive estamos pensando em abrir o serviço dentro do Brasil. Temos muito conteúdo já preparado em português, além de uma grande quantidade de conteúdo em espanhol para somar, com cada aproximada de 1 mil horas por mês. Estamos tentando decidir quais são os melhores conteúdos”, explicou.

Em maio deste ano, o Blim passou a oferecer vários títulos de seu acervo de forma gratuita. Isso foi possível graças à evolução da plataforma para o formato AVOD, que permite ao público o acesso a mais de 14 mil horas de atrações grátis sem ter de pôr a mão no bolso – a inclusão de publicidade garante a receita necessária ao serviço.

Lançado oficialmente em fevereiro de 2016, o Blim reúne em seu catálogo as mais diversas produções da Televisa, sobretudo as novelas – muitas delas inéditas por aqui. Recentemente, a rede passou a oferecer também títulos da TV Globo, como as séries Cidade Proibida e Treze Dias Longe do Sol.

“Os gêneros mais consumidos são as comédias e as novelas. Temos de tudo. Há coisas que são muito, mas muito consumidas mesmo, como a série La Rosa de Guadalupe (Milagres de Nossa Senhora), e há também conteúdos comprados, que não vêm da Televisa. É o caso dos animes japoneses, que vinham sendo pedidos insistentemente”, detalha Arvizu.

O CEO do Blim, Luis Arvizu (Reprodução/Todo TV News)
Felipe Brandão

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Felipe Brandão é jornalista diplomado desde 2012 - mas sua paixão pela TV e pelas novelas, especialmente as latinas, começou desde muito cedo em sua vida. Gosta de tudo o que envolve arte, apesar de seu apreço duvidoso pelos filmes de um certo boneco Chucky... Ninguém é perfeito, né?

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