Para o filme La Casa de Las Flores, criador resgata a atriz Angélica María: “Ela é um ícone da cultura pop mexicana”

Cadu Safner
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Manolo Caro e Angélica María (Reprodução/Estrela Latina)
Manolo Caro e Angélica María (Reprodução/Estrela Latina)

La Casa de las Flores é, sem dúvida, uma das séries em espanhol de maior sucesso que a Netflix teve em seu catálogo até o momento. E na quarta-feira (23) a plataforma estreou o filme derivado da série, que inclusive mantém o elenco original e acrescenta novos personagens.

A produção leva a assinatura do renomado Manolo Caro, que promoveu o filme à exaustão nas redes sociais. Em recente entrevista à People en Español, ele falou sobre os bastidores do filme e da escolha dos personagens que foram incorporados ao elenco, como a vilã Esperanza, personagem a cargo da atriz Angélica Maria, a popular ‘Noiva da América’.

Não havia melhor oportunidade para ter Angélica María“, disse Manolo Caro sobre a escolha da artista. “Acho que La Casa de las Flores se tornou, em seu formato, uma espécie de homenagem às grandes estrelas. Verónica Castro esteve lá, Rebecca Jones esteve, Isela Vega esteve”, acrescentou.

E agora é a vez de Angélica María, porque acredito que Angélica é uma atriz maravilhosa, um ícone da cultura pop mexicana e latino-americana, e que sempre a reconhecemos por essa maternidade e esse frescor, suavidade e sua franqueza. E Acabei de chamá-la de vilã e me pareceu uma ótima ideia“, explicou o diretor.

Sobre o fascínio do mundo do entretenimento pelas participações especiais em La Casa de las Flores, Manolo Caro destacou: “Tivemos Miguel Bosé, Paz Vega, Pedro Sola. Quando se chama La casa de las flores, como tudo o que o mundo deseja ir se divertir e fazer o que não lhes foi permitido fazer, e isso fala muito bem do DNA do projeto.”

Cadu Safner

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Jornalista e editor-chefe do site Estrela Latina (Metrópoles), repórter com passagens na RedeTV!, Band, AllTV e no portal Terra. Desempenhou funções em editoriais de moda, política, policial e também assina a coluna Holofote, no site Observatório da TV (UOL).

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